Polícia Federal indicia Haddad por corrupção e acaba com plano B do PT para presidência

Brasil, Brasília, DF. 09/08/2010. O ministro da Educação, Fernando Haddad, durante reunião de avaliação Trienal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) 2007/2010, na sede da CAPES, em Brasília. - Crédito:ANDRE DUSEK/AGÊNCIA ESTADO/AE/Código imagem:67714

A Polícia Federal em São Paulo indiciou o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) pelo crime de falsidade ideológica eleitoral — mais conhecido como caixa 2. Além dele, outras seis pessoas foram indiciadas: o ex-tesoureiro de campanha do PT João Vaccari Neto, o coordenador da campanha de Haddad à Prefeitura de São Paulo, Chico Macena, o ex-deputado pelo PT Francisco Carlos de Souza e três pessoas ligadas a uma gráfica que prestou serviços para a campanha eleitoral da Haddad, em 2012.

Após o indiciamento pela Polícia Federal, o juiz eleitoral recebe o inquérito e coloca o processo à disposição das partes. Em seguida, o promotor Luiz Henrique Dal Toz decide se prossegue com a denúncia, através de uma acusação formal, se faz um parecer para pedir o arquivamento do caso ou solicita novos elementos através de novas investigações.

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