Bolsonaro deixa claro o que o Brasil já sabe: “Ninguém forjou provas nessa questão do Lula”

O Presidente da República, Jair Bolsonaro, fez uma defesa bastante contundente do ministro Sergio Moro, alvo de uma invasão criminosa seguida de uma campanha difamatória extremamente agressiva e que tem como único foco a liberação do presidiário duplamente condenado Lula.

“Ninguém forjou provas nessa questão do Lula” explicou Bolsonaro.

E questionou, se “É normal conversa com doleiro, com bandidos, com corruptos? Isso é normal?”.

“O que ele fez não tem preço. Ele realmente botou pra fora, mostrou as vísceras do poder, a promiscuidade do poder no tocante à corrupção. A Petrobras quase quebrou, fundos de pensão, muitos quebraram, o próprio BNDES, eu falei agora há pouco aqui, nessa época R$ 400 e poucos bilhões entregues para companheiros comunistas e para amigos do rei aqui dentro. Ele faz parte da história do Brasil”.

Com informação dO Globo.

3 Comentários em Bolsonaro deixa claro o que o Brasil já sabe: “Ninguém forjou provas nessa questão do Lula”

  1. O Lula vai ser lembrado na história do Brasil e história geral, como o maior ladrão que governou uma nação. Nunca foi visto em toda história da humanidade algum líder que tenha cometido tantas atrocidades com o seu povo, a começar com a criação do Foro de São Paulo para implantar o comunismo no Brasil, o seu primeiro ato insano. Após isso, assim que assumiu a presidência em 2003, tudo indica que fez algum acordo espúrio com os banqueiros em troca de propina alta, para favorecer o mercado financeiro, tanto que o FMI se exauriu.

    O segundo erro (acima): Em novembro ou dezembro de 2002, a poucos dias para assumir o cargo, foi manchete da Globo em almoço com o Gabriel Ferreira, presidente da Febraban, o homem que trata de assuntos de interesse dos banqueiros. Por isso a Selic se manteve em um patamar insuportável para o mercado produtivo, chegando a 27%a. a. Lógico que tinha o vice-presidente do Banco de Boston, o Henrique Meirelles, na Fazenda. Com essa taxa que parametriza as demais taxas de financiamento do mercado, nesse patamar, tanto a economia, o PIB e o emprego não tiveram outro caminho a não ser, cair de forma drástica. As oportunidades de empregos, em nível executivo, sumiram do mercado em nível nacional. Foi o único presidente do Brasil que conseguiu cometer essa façanha. Já passamos por outras crises e isso nunca ocorre.

    Só para reforçar o entendimento, a Selic quando está em um nível alto serve para conter o consumo e por outro lado, retrair a produção do mercado produtivo, e consequentente, o PIB. Vendo por outro prisma bem prático, nenhum industrial ou investidor investe em produção, novas linhas de produção, abertura ou expansão de novas fábricas, sabendo que terá que arcar com uma taxa de juros elevadas, sabendo que perderá produtividade, competitividade e na ponta do negócio, perderá rentabilidade. Nesse caso, muitos preferem investir no mercado financeiro. Para quê arriscar?

    Terceiro erro: lgnorando os pequenos roubos, continuou a sua trajetória no mundo do crime com o “mensalão “. Esse caso, gerou várias prisões, mas, o togado Joaquim Barbosa livrou-o da prisão. Ele deveria ser o primeiro.

    Quanto erro: Financiou vários países comunistas. Segundo algumas fontes, passam de 400 bilhões que foram tirados do povo brasileiro para dar para ditadores da América do Sul, América Central e Africa.

    Quinto erro: O sistema de propina do Petrolão. PQP!!! Tem gente canalha, inclusive do STF, que quer soltá-lo.

    Sexto erro: Institucionalizou a corrupção sistêmica no país. A roubalheira se tornou parte da vida política e se estendeu pela imprensa e grandes corporações. A JBS foi criada com dinheiro do BNDES, sob a influência do bandido mor.

    Sétimo erro: Desarmou o povo através do Estatuto do Desarmamento. Todo tirano com más intenções, a primeira providência que toma é essa. Não vou dar chance aos opositores quando a ditadura comunista for instalada. Isso é histórico. Todos ditafores fizerem isso. O interessante é que o Pr. Bolsonaro está fazendo exatamente o contrário.

    Chega.

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