Vereadores sugerem que presos da Lava Jato devem limpar praças de Curitiba

No fim da sessão plenária de terça-feira (8) da Câmara de Curitiba, Bruno Pessuti (PSD) mobilizou alguns vereadores. O assunto foi a criação de um convênio entre a prefeitura e o Governo do Paraná para que presos do sistema penitenciário, que possuem bom comportamento, possam trabalhar na manutenção dos equipamentos públicos em troca da redução de pena. A ideia, de acordo com ele, é usar mão de obra gratuita para os pequenos serviços de manutenção, com o objetivo de ocupar a mente dos detentos e promover economia para os cofres públicos.

“Não seria bom que presidiários de bom comportamento, que não cometeram crimes de alta periculosidade, fossem trabalhar na limpeza urbana? Há exemplos de sobra no Brasil e no mundo. Hoje, ele custa de R$ 3 mil a R$ 4 mil por mês, para que fique dentro do presídio fazendo absolutamente nada”, relatou o vereador.

“A gente só pensa na imagem dos presídios superlotados”, continuou Bruno Pessuti, “mas temos também presos do colarinho branco, que poderiam estar limpando parques e praças. Muitos empreiteiros e milionários poderiam ser recuperados”. Thiago Ferro (PSDB), Tito Zeglin (PDT) e Ezequias Barros (PRP) apoiaram abertamente a iniciativa de dar ocupação aos presidiários.

Zeglin lembra que o ato já foi praticado em Curitiba “Eu acompanhei e a experiência foi muito boa. O ônibus trazia os detentos e depois levava de volta. Temos que dar oportunidade para aqueles que querem se recuperar”, disse.

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