Pela primeira vez, comandante do Exército admite possibilidade de intervenção: “Se intervir será para fazer cumprir a Constituição”

O general Eduardo Villas Bôas, durante a homenagem a Mario Kozel Filho, militar morto durante o regime militar pelo grupo terrorista de Dilma Rousseff, afirmou:

“As Forças Armadas, e o Exército, pelo qual eu respondo, se, eventualmente, tiverem de intervir, será para fazer cumprir a Constituição, manter a democracia e proteger as instituições”.

A mensagem é clara, o Exército não admitirá um presidiário concorrendo à presidência da República. O STF, se tiver juízo, deve ter ouvido e entendido o recado.

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8 Comentários em Pela primeira vez, comandante do Exército admite possibilidade de intervenção: “Se intervir será para fazer cumprir a Constituição”

  1. O QUE OS SRS MINISTROS DO SUPREMO MENOS TEM É JUIZO, O PODER LHES
    TOMOU AS ENTRANHAS E O SENTIMENTO DE SEREM SEMI DEUSES NÃO LHES
    PERMITE TER JUIZO OU USAR O BOM SENSO.

  2. Exército Brasileiro precisa fazer cumprir que criminosos paguem por seus crimes na cadeia. E já que o STF nos tirou o direito do voto impresso passando por cima de uma lei que já havia sido aprovada pelo congresso nacional, que o Exército Brasileiro faça valer sua autoridade e fiscalize as nossas eleições e as apurações dos votos dos brasileiros pelo bem da nossa democracia pelo bem do Brasil.

  3. A porcaria toda é a seguinte, o General disse o seguinte,
    “As Forças Armadas, e o Exército, pelo qual eu respondo, se, eventualmente, tiverem de intervir, será para fazer cumprir a Constituição, manter a democracia e proteger as instituições”.
    Agora, o General NÃO DISSE isso, abaixo,
    A mensagem é clara, o Exército não admitirá um presidiário concorrendo à presidência da República. O STF, se tiver juízo, deve ter ouvido e entendido o recado.

  4. Ele já teve várias oportunidades para intervir. Por quê não o fez? Outra questão gostaria de levantar: Os militares são obrigados a fazer uma avaliação de saúde periodicamente. Podem até deixar de serem promovidos e serem afastados do serviço ativo caso reprovados no exame. É estranho ver um comandante numa cadeira de rodas. Em mais de 60 anos nunca vi um caso similar. Não sei se há caso similar na história do Exercito. O que está havendo? Está faltante um General apto para substituí-lo? Estão temerosos de que um novo comandante faça o que este não fez até agora? É decisão dele mesmo permanecer? Estão aguardando que apareça um general “ideologicamente” preparado para substituí-lo?

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