
Segundo apurou o site “O Antagonista”, As Forças Armadas brasileiras têm a informação de que a Venezuela planeja tomar à força a região de Essequibo que pertence à Guiana. A ONU praticamente lavou as mãos sobre o litígio territorial, deixando o caminho livre para Maduro, ditador esquerdista da Venezuela.
A ida de Raul Jungmann – Ministro da Defesa – à Guiana, bem como ao Suriname, é um recado de que o Brasil não vai tolerar a agressão de Maduro contra qualquer país vizinho.
Procurado pelo site, o ministro da Defesa evitou falar sobre o assunto. Mas fontes militares disseram que “a chapa está quente”.
Se o Brasil demonstrar ter uma posição forte contra Maduro, poderá até restituir a democracia naquele país, há anos assolado pelo comunismo e autoritarismo. Coisa que já devia ter feito há tempos.

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