Gleisi exige impeachment imediato de Bolsonaro e anulação da sentença de Lula

Gleisi

A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann, defendeu nesta terça-feira, 27, a imediata abertura de processo de impeachment contra Jair Bolsonaro. Segundo ela, ele está levando os brasileiros à morte “pela fome e desemprego” e é irresponsável no combate à pandemia de Covid-19.

A petista de alto coturno também disse que o governo “baixou a cabeça” e se “colocou a serviço dos Estados Unidos”. “O Brasil, com Lula, era altivo e ativo, nunca baixou a cabeça e nem se colocou a serviço dos Estados Unidos, como faz Bolsonaro”, lembrou em discurso na Câmara dos Deputados.

A presidenta do PT, no dia de comemoração do 75º aniversário de Lula (PT), ainda pediu a anulação da sentença contra o ex-presidente petista, que foi “perseguido, caluniado, injustiçado e preso”, com base em sentença “imoral e ilegal de um juiz maldito” chamado Sérgio Moro.

Relacionados:  Advogado diz ter nova testemunha que conecta PT como um dos mandantes de facada em Bolsonaro

“Tenho uma tristeza imensa por ver um homem como Lula, que tanto fez pelo Brasil, sendo perseguido, e um homem como Bolsonaro, que despreza tanto o povo brasileiro e sua dor e suas necessidades, sendo protegido”, lamentou Gleisi. “O Brasil está virado de cabeça para baixo”.

“É hora do impeachment de Bolsonaro, cuja única preocupação é com sua vida e a de seus filhos, criminosos e aloprados. Bolsonaro precisa ser interditado, sob pena de abrir as portas da morte para o povo brasileiro”, disse..

Relacionados:  Janaína relata ameaças sofridas durante impeachment: "Isso que o Jean Wyllys diz que sofreu é fichinha perto do que passei"

“Nós temos que abrir o pedido de impeachment contra esse homem irresponsável, criminoso, genocida, sob pena de nossas mãos, as mãos desta Casa, dos Parlamentares, ficarem manchadas com o sangue dos inocentes que morrerão nessa disputa insana que Bolsonaro faz para ganhar processos eleitorais e para fazer disputa política baseada em ideologia e na ignorância.”, afirmou.