Bolsonaro espera ‘reabertura rápida’ após fala da OMS sobre assintomáticos

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou que espera reabertura rápida dos comércios após informações ainda em testes da OMS de que pacientes assintomáticos tem raras chances de transmitir Covid-1.

A fala de Bolsonaro ocorreu durante a 34ª Reunião de Conselho do Governo, que, desta desta vez, é mostrada ao vivo e tem como base a infectologista e chefe do departamento de doenças emergentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), Maria Van Kerkhove, que afirmou que a propagação de covid-19 a partir de pacientes assintomáticos é “muito rara., destaca o Correio.

“A OMS nas últimas semanas tem tido algumas posições antagônicas. A penúltima sobre a hidroxicloroquina. Foi determinada a suspensão de pesquisa e depois voltou atrás. As pesquisa continuam no Brasil e não temos a comprovação científica ainda, mas relatos de pessoas infectadas e de médicos e grande parte tem sido favorável ao uso da da hidroxicloroquina com azitromicina”, afirmou o mandatário brasileiro.

Boolsonaro acrescentou: “No dia de ontem (segunda-feira), mais um dado da OMS que a grande mídia ainda não divulgou. Tenho certeza que a mídia vai dar um grande destaque no dia de hoje a esta matéria, tenho certeza absoluta. Levando-se em conta a isenção e o compromisso da imprensa brasileira com a verdade acima de tudo porque foi noticiado ontem, também de forma não comprovada ainda, como nada é comprovado na questão do coronavírus, mas que a transmissão por parte de assintomáticos é praticamente zero, então isso vai dar muito debate e muitas lições serão tomadas”, defendeu.

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Segundo o presidente, o estudo pode sinalizar a volta das atividades comerciais de forma mais rápida. “Com toda certeza isso pode sinalizar a uma abertura mais rápida do comércio e a extinção daquelas medidas restritivas adotadas segundo decisão do STF, adotadas por governadores e prefeitos. O governo federal não tem qualquer ingerência nessas medidas restritivas, como por exemplo, o fechamento de comércio, proibição de frequentar espaços públicos, entre outros”, defendeu.