Após ofender Bolsonaro, CUT reconhece o erro e pede reunião com presidente eleito

A CUT precisou colocar o ‘rabo entre as pernas’ e voltar atrás em suas decisões.

Em 14 de novembro, a organização que sempre foi um braço petista, declarou que não reconhecia Bolsonaro como presidente, e que trabalharia nas ruas para defender Lula e os direitos dos trabalhadores.

“Nós não reconhecemos o senhor Bolsonaro como presidente da República. Vamos às ruas defender os direitos dos trabalhadores e a democracia, vamos libertar Lula, fazer caravanas pelo Brasil inteiro e colocar os fascistas no lugar deles” afirmou Vagner Freitas, Presidente da CUT.

Mas agora, o papo é outro, conforme noticiou O Antagonista, o mesmo Vagner Freitas resolveu passar por cima das antigas declarações e pedir que o novo governo o receba.

“O vídeo que gravei em Curitiba foi um momento infeliz. Eu fiz uma fala e não penso isso (…). Bolsonaro foi eleito por 57 milhões de pessoas e vai tomar posse no dia 1º janeiro. A CUT vai procurar o governo para negociar os interesses dos trabalhadores.”

O mundo dá voltas.

 

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14 Comentários em Após ofender Bolsonaro, CUT reconhece o erro e pede reunião com presidente eleito

    • Não se trata de reconhecer o erro, eles não tem dignidade, acontece que não tem força contra o novo governo, então, para não perder a boquinha, afinal de contas são mais de 50 milhões todo ano de verba vinda do ministério do trabalho, a Bolsonaro já avisou q a teta vai secar.

  1. Fim do imposto sindical !!! Fim do repasse de verbas públicas para as organizações que abrigam os comunistas !!! Se todos são iguais perante a lei …. então ponham essa corja para trabalhar !!! SIMPLES ASSIM !!!

  2. Essa filial do partido dos trabalhadores (trabalhadores em sindicatos), já deveria ter sido fechada e esse esquerdopata babaca já deveria estar preso, cumprindo pena. Vagner Freitas, é melhor você J A I R se acostumando, o capitão chegou.

  3. Deus nos livre da Cut, não representam trabalhadores, são apenas sangue sugas, é só interesse próprio, adeus, cut nunca mais. Diga não meu presidente Bolsonaro.

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