Com Bolsonaro em cirurgia, Mourão será o primeiro indígena a presidir o Brasil

Após o atentado ocorrido em setembro de 2018, que quase tirou a vida do então candidato Jair Bolsonaro, muita coisa foi rearranjada, principalmente na vida da vítima. Bolsonaro, agora eleito, deve passar por uma cirurgia poucos dias após a posse, quando um fato histórico irá ocorrer, pois com o afastamento programado de Bolsonaro, seu vice, o General Hamilton Mourão se tornará o primeiro indígena a governar o Brasil.

Inicialmente, a cirurgia de Bolsonaro era para ser realizada ainda este ano em dezembro, mas os médicos preferiram adiar para obter condições mais favoráveis na retirada da colostomia, e o procedimento foi remarcado para depois da posse.

O General Hamilton Mourão, é nascido em 1953, e é natural de Porto Alegre, mas seus país são amazonenses. Mourão declarou-se indígena no Tribunal Superior Federal. Na ocasião foi questionado sobre sua ascendência, ao que respondeu que sua avó era “cabocla de Humaitá”. Cabocla de Humaitá também é uma entidade da Umbanda com feições indígenas.

 

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8 Comentários em Com Bolsonaro em cirurgia, Mourão será o primeiro indígena a presidir o Brasil

  1. Antônio Hamilton Martins Mourão (Porto Alegre, 15 de agosto de 1953) é um político e general da reserva do Exército Brasileiro[1]. Em 28 de fevereiro de 2018, após longa atuação na carreira militar – marcada por diversos comando exercidos e algumas opiniões polêmicas – passou para a reserva remunerada[2]. Em 5 de agosto, foi anunciado como candidato a vice-presidente da República, na chapa encabeçada pelo deputado Jair Bolsonaro[3]. Em 28 de outubro de 2018, foi eleito vice-presidente do Brasil.[4]
    Índice

    1 Carreira militar
    2 Posições políticas
    3 Vida na reserva
    4 Controvérsias
    5 Condecorações
    6 Ver também
    7 Referências
    8 Ligações externas

    Carreira militar
    General Mourão em 2016.

    De ascendência indígena,[5] Hamilton Mourão é filho do general de divisão Antonio Hamilton Mourão e de Wanda Coronel Martins Mourão (ambos amazonenses). Ingressou no Exército em fevereiro de 1972, na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) onde, em 12 de dezembro de 1975, foi declarado aspirante-a-oficial da Arma de Artilharia.[1]

    Em seguida obteve cursos de formação, de aperfeiçoamento, de altos estudos militares da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército e do Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército, além dos cursos básico paraquedista, mestre de salto e salto livre, também possui o curso de guerra na selva.[1]

    Durante sua vida militar, foi instrutor da Academia Militar das Agulhas Negras, cumpriu Missão de Paz em Angola – UNAVEM III e foi adido militar na Embaixada do Brasil na Venezuela. Comandou o 27.° Grupo de Artilharia de Campanha em Ijuí (Rio Grande do Sul), a 2.ª Brigada de Infantaria de Selva em São Gabriel da Cachoeira (Amazonas), e a 6.ª Divisão de Exército, em Porto Alegre.[1]

    Foi Vice-Chefe do Departamento de Educação e Cultura do Exército e, ao ser promovido ao último posto, Comandante Militar do Sul, entre 28 de abril de 2014 e 26 de janeiro de 2016. [6] Na sequência, chefiou a Secretaria de Economia e Finanças, de onde foi destituído em 9 de dezembro de 2017.[7][8]. Na época, a sua destituição foi associada ao teor de suas declarações durante palestras que ministrava em Clubes do Exército ao redor do país, no entanto a assessoria do Exército Brasileiro não informou o real motivo para a destituição do general.

    Deixou o serviço ativo em 28 de fevereiro de 2018, sendo transferido para a reserva remunerada.[2][9]
    Posições políticas

    O militar ganhou notoriedade no ano de 2015 durante as crises políticas do mandato da presidente Dilma Rousseff, quando foi transferido do Comando Militar do Sul (CMS) para a Secretaria de Economia e Finanças, no Distrito Federal, transferência esta normal pelas normas do Exército após completar 02 (dois) anos de comando do Comando Militar do Sul.

    Em pronunciamento público em loja maçônica Grande Oriente em setembro de 2017, no Distrito Federal, afirmou que entre os deveres do Exército Brasileiro está a garantia do funcionamento das instituições e da lei e da ordem, e que se o judiciário não fosse capaz de sanar a política existente no país isso seria imposto pelo exército por meio de uma intervenção militar, que na visão dele estaria prevista na Constituição Federal de 1988.[10] Porém, durante um pronunciamento referente à greve dos caminhoneiros, que ocorreu no primeiro semestre de 2018, ele deixou claro que a intervenção militar não seria a solução para a crise vivida no país.

    Tem gente que quer as Forças Armadas incendiando tudo. E a coisa não pode ser assim, não pode ser desse jeito. Não concordo. Soluções dessa natureza a gente sabe como começam e não sabe como terminam. Acho que a coisa tem que ser organizada, consertada. Se o governo não tem condições de governar, vai embora, renuncia. Antecipa as eleições, faz qualquer coisa, mas sai do imobilismo dele.
    —General Hamilton Mourão, 27 de maio de 2018.[11]

  2. A última frase revela o preconceito do UOL com os índios brasileiros. Índio não tem o direito de ter deecendentrs, no máximo, associação com povo africano

  3. Grande admiração pelo General Mourão ; creio que por Deus veio unir- se ao Capitão Bolsonaro ; e, trouxe para nós a Esperança , a Confiança e o despertar do Sentimento Cívico Patriótico .Já confirmamos que a trajetória do resgate da Ordem e do Progresso da Nação Brasileira caminha sob o brilho da chama Verde e Amarelo.

  4. A miscigenação entre brancos e negros originou os povos chamados de mulatos. Já da mistura entre índios e brancos surgiram os mamelucos, considerados como os primeiros brasileiros no período após o descobrimento. Já a miscigenação entre índios e negros deu origem aos cafuzos.

    Mas é claro que essa divisão é apenas uma visão simplista, pois é impossível dizer que apenas essas etnias formam a população brasileira, conforme o “mito das três raças” e suas derivações. Na verdade, existem centenas ou talvez milhares de agrupamentos diferentes ao longo do território brasileiro, de modo que qualquer classificação sempre restringirá a um certo limite algo que é muito mais amplo.

  5. Eu confesso que estou muito feliz com tudo que está acontecendo, é pra mim uma grande vitória só pelo fato de termos nos livrados do pesadelo do PT.no Poder mas não é só,começa agora o trabalho árduo de reconduzir o Pais para o verdadeiro destino que o aguardo que é de fato Ordem e Progresso !

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