MST assume condição de grupo terrorista ao afirmar que invadirão terras porque querem “Lula Livre”

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que se dizia um movimento social em busca da reforma agrária, assumiu de vez sua condição de facção criminosa.

Nesta segunda-feira, o seu líder João Pedro Stédile ameaçou: “Nós vamos ocupar terras nesta semana, porque queremos o Lula livre”.

Hoje, as ameaças começam a ser cumpridas de forma direcionada.

A fazenda invadida nesta terça-feira (17) pertence a Oscar Maroni, o empresário, dono de casa noturnas, que comemorou a prisão de Lula, servindo cerveja grátis para o povo de São Paulo.

O MST  – ao deixar de lado o interesse da Reforma Agrária – virou oficialmente um grupo terrorista, que age pelos interesses do PT.