Lava Jato rebate Gilmar Mendes: ‘destemperado uso de falsas notícias e supostas intrigas de advogados desconhecidos’

A força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba divulgou nota em que refuta as acusações feitas pelo ministro Gilmar Mendes ontem (11), no Supremo Tribunal Federal. Segundo o Ministério Público, Gilmar Mendes utilizou notícias antigas e falsas para atacar um dos procuradores da operação.

A força-tarefa apontou ainda a diferença de comportamento entre o procurador citado e o próprio Gilmar Mendes: “o procurador da República Diogo Castor de Mattos na força-tarefa Lava Jato não atuou na investigação de João Santana por decisão própria, indo além das exigências éticas e legais da magistratura, comportamento esse que o próprio ministro Gilmar Mendes não observou quanto ao seu impedimento em medidas judiciais relativas ao investigado Jacob Barata Filho”.

Leia a nota da Lava Jato:
A força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR) foi surpreendida na data de ontem, 11 de abril de 2018, pela intervenção do ministro Gilmar Mendes na sessão do plenário do Supremo Tribunal Federal, a qual, com absoluta falta de seriedade, lançou contra o procurador da República Diogo Castor de Mattos notícias antigas e falsas a respeito do comportamento deste na Operação Lava Jato.

 A fala do ministro Gilmar Mendes desbordou o equilíbrio e responsabilidade exigidos pelo seu cargo, fazendo não só acusações genéricas e sem provas contra a atuação do Ministério Público Federal, mas especialmente imputações falsas contra o procurador da República Diogo Castor de Mattos com base em notícias antigas e em suposto “ouvir dizer” de desconhecidos advogados, mentiras já devidamente rechaçadas em nota pela força-tarefa Lava Jato em Curitiba em 12 de maio de 2017 no seguinte sentido:
“A força-tarefa Lava Jato do MPF em Curitiba informa que o procurador da República Diogo Castor de Mattos não atuou e não atua em nenhum dos casos ou processos envolvendo o empresário João Santana de Cerqueira Filho. Além disso, o acordo de colaboração foi celebrado por Santana com a Procuradoria Geral da República (PGR) em 8 de março de 2017, antes do escritório Delivar de Mattos e Castor Advogados (que tem como um dos sócios Rodrigo Castor de Mattos, irmão do procurador) assumir a defesa do empresário em 17 de abril de 2017. O procurador atua na operação Lava Jato desde abril de 2014, enquanto o escritório ingressou na representação do réu em abril de 2017. Por fim, acrescenta-se que Rodrigo Castor de Mattos, embora permaneça como sócio do escritório citado, deixou a defesa de Santana em maio do ano passado”.
Como se pode ver, o procurador da República Diogo Castor de Mattos na força-tarefa Lava Jato não atuou na investigação de João Santana por decisão própria, indo além das exigências éticas e legais da magistratura, comportamento esse que o próprio ministro Gilmar Mendes não observou quanto ao seu impedimento em medidas judiciais relativas ao investigado Jacob Barata Filho.
A força-tarefa Lava Jato do MPF no Paraná presta estes esclarecimentos à população para não ficar indefesa diante do reiterado sentimento negativo do ministro Gilmar Mendes com o sucesso da Operação Lava Jato em desbaratar organizações criminosas que atuavam no poder público federal e com as mudanças positivas que o combate à corrupção trazem para a Justiça brasileira, bem como para mostrar sua indignação com o destemperado uso de falsas notícias e supostas intrigas de advogados desconhecidos em relação ao procurador da República Diogo Castor de Mattos.

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3 Comentários em Lava Jato rebate Gilmar Mendes: ‘destemperado uso de falsas notícias e supostas intrigas de advogados desconhecidos’

  1. Putz, que nota mais enrolada! Na verdade, as explicações do MP apenas confirmam a acusação feita por ninguém menos que um MINISTRO DO SUPREMO. Será que vai ficar por isto mesmo????

  2. De todos os que devem ser presos, só falta esse indivíduo as quais os chamam de Gilmar.
    Cadeia nele.
    Prendam novamente esse quadrilheiro chamado de barata, porco, safado, vagabundo. Ladrao

  3. PERGUNTO, PORQUE A POLICIA FEDERAL NÃO INVESTIGA A VIDA FINANCEIRA
    DO NOBRE MINISTRO GILMAR MENDES, QUAL É O VERDADEIRO INTERESSE DESSE
    MINISTRO NA TITANICA LUTA CONTRA A LAVA JATO, ESTAMOS VIVENCIANDO UM
    TRIBUNAL SE APEQUENANDO SE ACOVARDANDO PELA PRESENÇA INDIGNA DESSE
    CIDADÃO, SÃO OFENSAS E ACUSAÇÕES SEM A MINIMA PROVA. EM TODAS SESSÕES
    DO PLENARIO ELE LANÇA DARDOS DE ALTO PODER DESTRUTIVO CONTRA JUIZES E
    PROCURADORES DA REPUBLICA, SERA QUE NINGUEM TEM FORÇA PARA REMOVER
    ESSE SUJEITO PERNICIOSO DO SUPREMO.
    VAMOS TER QUE APELAR PARA SATANÁS.

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