Suspeito de envolvimento com PCC morava no mesmo prédio do Tríplex de Lula

O condomínio Solaris, no Guarujá, onde fica o tríplex de Lula, foi alvo de um mandado de busca e apreensão nesta quarta-feira. Dessa vez, no entanto, os policiais tentavam buscar informações sobre Felipe Ramos Morais, de 31 anos, suspeito pela morte de Gegê do Mangue, um dos líderes do PCC em uma disputa interna.

De acordo com o “G1”, policiais fizeram buscas em um apartamento no 4ª andar do prédio que teria sido alugado por Felipe. As buscas foram feitas pela Delegacia de Investigações Gerais de Santos e por policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais, o Deic.

Gegê do Mangue foi encontrado morto em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza, no Ceará. Fabiano Alves de Souza, o “Paca”, também foi assassinado. As suspeitas dos investigadores recaem sobre os pilotos do helicóptero que levava Gegê do Mangue e Paca. Os dois passavam férias no estado.

Segundo o “G1”, os policiais foram ao apartamento em busca de armas, mas não encontraram nenhum armamento.

As investigações apontam para a tese de uma disputa interna dentro da própria facção. Única liderança do PCC nas ruas, Gegê do Mangue adotou posturas que desagradaram a cúpula da organização, comandada de dentro da cadeia por Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, hoje detido no presídio de segurança máxima de Presidente Venceslau.

Entre as ações de Gegê que teriam desagradado a “Sintonia Final”, o topo da hierarquia da facção, estaria a execução de Biroska, apelido de Edilson Borges Nogueira em dezembro do ano passado. Mesmo afastado do grupo, Biroska foi batizado no PCC por Marcola e era padrinho de outro membro da “Sintonia Final”, Daniel Canonico, o “Cego”.

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