Fim da obrigatoriedade do imposto sindical obrigou a CUT a cortar 60% da folha de pagamento

A notícia publicada pela Folha é extremamente inusitada. Acostumada a promover greves contra “patrões”, a CUT se viu alvo de uma ameaça de paralisação. Motivo: após o Deputado pelo Paraná, Paulo Eduardo Martins, acabar com a obrigatoriedade do imposto sindical, a Central Única dos Trabalhadores se viu obrigada a se livrar de 60% da própria folha de pagamento.

Para tanto, iniciou um Plano de Demissão Voluntária. Que desagradou boa parte dos 178 empregados, resultando na revolta contra os patrões. Desta vez, contudo, o alvo era a própria entidade.

Não foi informado o tamanho do prejuízo acumulado após a reforma trabalhista, mas sabe-se que, em 2016, a CUT recebeu quase R$ 60 milhões em contribuições – ou mais de R$ 336 mil por funcionário.

Mas, claro, nem tudo é investido em mão de obra. Parte dos recursos foi usado para bancar estrutura que acompanhou Lula em suas caravanas acusadas nas redes sociais de serem campanha antecipada.

Ainda assim, tratava-se de quantia suficiente para permitir que Delúbio Soares, mensaleiro condenado, recebesse R$ 15 mil de salário,

Ainda de acordo com a Folha, realidade semelhante tem sido enfrentada por outras centrais sindicais.

Se o governo Temer não fez por merecer o esforço do brasileiro em derrubar Dilma Rousseff, o sufoco vivido pelo sindicalismo predatório nacional tem servido de consolo graças ao trabalho do Deputado Paulo Eduardo Martins, que eu seu primeiro mandato conseguiu acabar com um dos pilares do esquerdismo no país.

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