Defesa de Dilma culpa Cerveró por Pasadena e reafirma que decidiu a compra sem ler o contrato bilionário

A defesa de Dilma Rousseff no processo sobre a compra de Pasadena no Tribunal de Contas da União (TCU) acusou o ex-diretor de Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, e empregados da petrolífera de formarem “conluio fraudulento com a Astra Oil “, agindo “de modo deliberado” para esconder da diretoria e do conselho de administração “disposições contratuais que tornavam o negócio lesivo” aos interesses da estatal.
A defesa entregue em 29 de dezembro ao TCU diz que o conselho de administração da Petrobras foi induzido a erro, pois aprovou a compra com base em resumo “que não contemplava a outorga de opção de venda”.
Advogados de Dilma reclamaram do bloqueio de bens dela e de outros cinco ex-integrantes do conselho de administração da estatal, decretados no âmbito administrativo – que foram responsabilizados por prejuízo de ao menos US$ 580,4 milhões com a aquisição de Pasadena pela Petrobras.
A defesa de Cerveró encaminhou nota na qual afirma que a alegação da defesa de Dilma “trata-se de afirmação falsa e uma tentativa indevida de terceirizar a sua responsabilidade”.
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