Em três partidas, Tiffany já bate recorde e deixa evidente injustiça de transexuais competirem em times femininos

ESPORTE — O site AFFTVVÔLEI noticiou:

“Primeira transexual a jogar a Superliga na história, Tiffany trouxe retorno rápido ao Bauru, time que decidiu apostar em sua contratação. Na derrota para o Fluminense por 3 a 2 nesta sexta-feira, ela bateu seu recorde e marcou 30 pontos. Em apenas três partidas, ela já soma 70. Foram 15 em sua estreia na derrota de 3 a 2 para São Caetano e 25 na vitória de 3 a 1 contra o Pinheiros. Os números a transformam já na maior pontuadora em média da competição. Ela tem 5 pontos por set na Superliga, superando os 4,88 de Tandara, de Osasco, que até então era a líder no fundamento.”

A discussão que gira em torno da contratação de Tiffany é exatamente sobre a desigualdade de força, o que torna a competição injusta.

Ainda na matéria do site esportivo, é noticiado:

“Com Tiffany, Bauru passa a sonhar não só em se classificar, mas também em conseguir uma posição melhor para entrar nos playoffs. Atualmente com 17 pontos na tabela, a equipe do interior tem apenas um ponto a menos que Barueri e Pinheiros, que atualmente ocupam, respectivamente, a sexta e a sétima colocação.”

É uma notícia que evidencia que aqueles que estão sendo acusados de homofobia por se posicionarem contra transexuais em times femininos estão certos: não é justo. Em nome do politicamente correto, as mulheres irão perder espaço no esporte cada vez mais.

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